Psicologia, Psiquiatria, Filosofia, IA pra onde?
Julho 11, 2008
Desde que em 25 de abril de 1953, James Watson e Francis Crick anunciaram no famoso artigo da revista científica Nature, sobre o código do DNA. As esperanças de milhões de pessoas se reacenderam. A proposta era que com o conhecimento adquirido, muitos dos males que sofremos seriam sanado. Porém até hoje nada aconteceu. Descobriu-se que o RNA tem uma influência muito maior que se pensava. Vários gens foram identificados, mas nada de alivio para os humanos, e nada de lucros astronômicos para os grandes laboratórios. Griag Venter, então presidente da Celera, uma empresa que apostou alto neste campo, caiu, mas nos simples “mortais”, continuamos na mesma. Também de que adiante esperar por uma solução para tantos males em um país que não tem hospitais para o serviço básico à população? Mas Lula esta em alta. Existem várias correntes atualmente que começam a bater de frente com tanto remédio, para as chamadas “doenças mentais”, se assim podemos chamá-las,
Assim como esta sendo questionada a expressão “Doenças Mentais” e de como ela deve ser tratada. Para definir que alguém é um doente mental, precisamos definir o que é ser “normal”.
E aí fica difícil, pois salvo casos extremos, como a esquizofrenia, ou crises psicóticas, o que é ser normal? É lógico que existem desvios provocados por deficiência de neurotransmissores e outras situações, que exigem a intervenção médica, mas quando isso é realmente necessário?
Quem sofre com a interpretação da realidade esta “doente” ou esta apenas interpretando equivocadamente? Ou lhe falta equipamentos para depurar sua leitura?
Ou podemos ainda pensar que aqueles que sofrem fazem uma leitura mais profunda e conseguem ler nas entrelinhas? Ou ainda será que devemos assumir a premissa nascida em Platão que a felicidade não é possível nesta vida?
O que seria de mim sem o ponto de interrogação??? É como amarrar as mãos de um italiano, ele não fala.


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